Planejamento patrimonial

Planejamento patrimonial em Mineiros e Goiânia, organizar hoje para proteger amanhã

Planejar o patrimônio é organizar, ainda em vida, como os seus bens serão cuidados e transmitidos. É o que dá segurança à família e evita surpresas, como um imposto alto sobre a herança sem dinheiro em caixa para pagar.

Quando procurar

Talvez a sua situação
se pareça com uma destas

Quase todo mundo chega a partir de uma dor concreta ou de uma preocupação em proteger o que construiu. Não é preciso ter tudo resolvido para conversar.

Você construiu um patrimônio e quer protegê-lo antes que qualquer coisa aconteça.

Proteção

É família do agronegócio, com terra e bens que precisam ser organizados.

Patrimônio rural

Você quer evitar que a família pague um ITCMD alto e sem liquidez no futuro.

ITCMD

Você quer deixar tudo organizado para poupar a família de conflito e burocracia.

Tranquilidade
Como eu conduzo

Do primeiro contato à solução, sem enrolação

01

Escuta e diagnóstico

Você me conta a situação da família e do patrimônio. Eu entendo quem são os herdeiros, quais bens existem e o que está travando.

02

Orientação honesta

Explico o caminho possível, o inventário administrativo quando cabe, e os custos envolvidos, com verdade sobre o que dá e o que não dá para fazer.

03

Plano e documentos

Organizo a documentação, a partilha e o ITCMD, e apresento os passos combinados antes de começar.

04

Condução sem briga

Conduzo priorizando o acordo entre os herdeiros e o caminho administrativo, e levo ao judicial só quando for realmente necessário.

Quem vai cuidar do seu caso

Dra. Elizabeth Machado, 27 anos de estrada

Planejamento patrimonial é o trabalho preventivo que eu mais valorizo, porque evita o problema em vez de remediar. Uso testamento, doações e holding conforme o caso, sempre olhando para o ITCMD de Goiás e para a realidade da sua família.

São 27 anos de advocacia, formada em 1999, e mais de 7.500 pessoas atendidas ao longo da carreira. Atendo pessoas e empresas, presencialmente em Mineiros e em Goiânia e online para todo o Brasil.

  • Organização do patrimônio em vida, com as ferramentas certas para o seu caso
  • Atenção ao ITCMD de Goiás e ao problema da liquidez
  • Planejamento para famílias com patrimônio rural no Sudoeste Goiano
Inscrição OAB/GO 33.255Advogada sistêmica e mediadora, atuação em Goiás e online no Brasil inteiro
Dra. Elizabeth Machado dos Santos, advogada inscrita na OAB/GO sob o número 33.255
Como penso o meu trabalho “

A primeira pergunta que eu faço a quem me procura é simples: você quer resolver ou quer brigar? Quase sempre dá para resolver, e é por aí que eu começo.

Dra. Elizabeth Machado · Advogada · OAB/GO 33.255

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre
planejamento patrimonial.

Ainda com dúvida sobre o seu caso?

Falar com a Dra. Elizabeth
O que é planejamento patrimonial?

É organizar, ainda em vida, como o seu patrimônio será administrado, protegido e transmitido. Usa ferramentas como testamento, doações com reserva de usufruto e holding, escolhidas conforme o seu caso. O objetivo é dar segurança à família, reduzir conflito e evitar surpresas, como um imposto alto sobre a herança que precisa ser pago sem dinheiro em caixa.

Qual a diferença entre planejamento patrimonial e sucessório?

O planejamento patrimonial cuida de organizar e proteger os bens no presente. O planejamento sucessório é a parte que define como esses bens serão transmitidos quando você faltar. Na prática eles caminham juntos, e eu costumo tratar os dois no mesmo trabalho, porque proteger o patrimônio hoje e planejar a sua transmissão são as duas faces da mesma decisão.

Quais são os pilares do planejamento patrimonial?

De forma simples, ele se apoia em conhecer o patrimônio e os objetivos da família; organizar e proteger os bens com as ferramentas adequadas; e planejar a transmissão com atenção aos impostos, em especial o ITCMD. Cada família tem uma combinação diferente, e por isso não existe modelo pronto: o plano é construído a partir da sua realidade.

Quando começar a planejar o patrimônio?

Quanto antes, mais tranquilo, porque planejar com o patrimônio ainda em formação costuma ser mais barato e mais eficiente do que reorganizar depois. Mas nunca é tarde: mesmo quando já existe um patrimônio consolidado, ou quando a sucessão já está próxima, há caminhos para organizar e reduzir o desgaste futuro. O momento certo é aquele em que você decide não deixar por conta do acaso.

Planejamento patrimonial é só para quem tem muito dinheiro?

Não. Qualquer família que tenha bens a proteger, um imóvel, um negócio, uma terra, se beneficia de planejar. O que muda é a ferramenta: para patrimônios menores, um testamento e algumas doações bem pensadas já resolvem; para patrimônios maiores ou mais complexos, entram estruturas como a holding. Eu ajusto o plano ao seu tamanho, sem vender estrutura que você não precisa.

Planejamento patrimonial x planejamento sucessório: a diferença prática que quase ninguém explica

Dois planos que conversam, mas não são a mesma coisa

O planejamento patrimonial cuida de organizar e proteger os bens ainda em vida, no dia a dia. O planejamento sucessório define como esse patrimônio será transmitido quando a pessoa faltar. Um olha para o presente, o outro para a transmissão futura, e é comum tratá-los juntos porque um dá segurança ao outro.

O que cada um costuma envolver

  • Patrimonial: organização de bens, proteção, gestão e regime de bens do casamento
  • Sucessório: testamento, doação em vida e, quando cabe, holding
  • Ambos: cuidado com o ITCD e com a liquidez para pagá-lo

Por que fazer os dois em conjunto

Separar demais as duas frentes gera decisões que se contradizem. Uma doação feita sem pensar na sucessão, por exemplo, pode desequilibrar a legítima dos herdeiros necessários (arts. 1.845 e 1.846 do Código Civil). Pensar em conjunto evita esse tipo de erro.

Como conduzo

Como advogada de planejamento patrimonial em Mineiros, olho o patrimônio inteiro e a família por trás dele antes de sugerir qualquer instrumento, para que as peças se somem em vez de se anular.

Planejamento e o ITCD de Goiás: por que a liquidez precisa entrar na conta

Ter patrimônio não é ter caixa

Famílias com terra, imóveis e empresa muitas vezes não têm dinheiro em conta para pagar o imposto de transmissão. Esse descompasso é o que trava sucessões. Planejar em vida é, em boa parte, resolver de onde virá o caixa antes de ele fazer falta.

O imposto que precisa ser considerado

O ITCD de Goiás, previsto na Lei 11.651/1991, tem alíquotas progressivas de 2% a 8% sobre os bens transmitidos, e sem quitá-lo o inventário não se conclui. A Emenda Constitucional 132/2023 ainda tornou a progressividade obrigatória em todo o país, o que reforça a importância de planejar.

Caminhos para assegurar a liquidez

  • Parcelamento do imposto quando cabível
  • Seguro de vida destinado a cobrir o ITCD
  • Definição de qual bem gera o caixa necessário
  • Reorganização do patrimônio com antecedência

Planejar é reduzir surpresa

Como advogada de planejamento patrimonial em Mineiros, trato a liquidez como parte do plano, não como detalhe, porque é ela que decide se a sucessão anda ou trava.

Regime de bens do casamento: uma peça central do planejamento patrimonial

O regime define o que é de quem

O regime de bens organiza o patrimônio do casal e tem efeito direto no planejamento. O art. 1.640 do Código Civil determina que, sem pacto, vale a comunhão parcial. Quem quer outro regime precisa formalizar a escolha.

Os regimes possíveis

  • Comunhão parcial de bens, o regime legal padrão
  • Comunhão universal de bens
  • Separação de bens
  • Participação final nos aquestos

Quando o pacto antenupcial é necessário

O art. 1.653 do Código Civil exige que o pacto antenupcial seja feito por escritura pública, sob pena de nulidade, e que o casamento se realize para ele ter efeito. É o instrumento para adotar qualquer regime diferente da comunhão parcial, e protege patrimônio pessoal e empresarial.

Uma decisão com reflexo no futuro

Como advogada de planejamento patrimonial em Mineiros, trato o regime de bens como parte da proteção do patrimônio, porque ele influencia divórcio, sucessão e até a participação em empresa.

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